ÚLTIMAS NOTÍCIAS

  • 04/05/2018
    Em sua 25ª edição, a Agrishow segue com reconhecimento nacional e internacional. É uma das três maiores feiras de tecnologia agrícola do mundo e a maior e mais importante na América Latina. O evento é o mais aguardado do ano para o lançamento das principais tendências e inovações tecnológicas para o agronegócio. A ATRHOL esteve presente em mais um ano de feira.    Leia Mais
  • 09/04/2018
     O setor de transporte e logística brasileiro começou a apresentar sinais de recuperação em 2017, depois de ter sido fortemente impactado pela recessão da economia brasileira nos anos de 2015 e 2016. Os indicadores que apontam para a reversão da trajetória de queda são analisados na nova edição do boletim Conjuntura do Transporte – Desempenho do Setor, divulgado pela CNT (Confederação Nacional do Transporte) nesta segunda-feira (9).  O ritmo de retomada, contudo, é lento, uma vez que os resultados do transporte estão diretamente relacionados ao desempenho de outros setores da economia. Por isso, segundo o boletim, a projeção é que, somente em 2020, o setor voltará a operar nos mesmos patamares de 2014. Além disso, há barreiras que dificultam o desenvolvimento do setor, como a alta dos preços dos combustíveis, a elevada carga tributária sobre a atividade transportadora e a infraestrutura precária.   Volume de serviços cresce Após ter caído 6,1% em 2015 e 7,6% em 2016, o volume de serviços prestados pelo setor de transporte, armazenagem e correio cresceu 2,3% em 2017. O transporte terrestre e o transporte aquaviário foram os que mais puxaram o resultado positivo, com altas acumuladas de 0,9% e de 17,5%, respectivamente. Os dados são da PMS (Pesquisa Mensal de Serviços), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).    Segundo o boletim Conjuntura do Transporte – Desempenho do Setor, a alta no volume de serviços “é explicada principalmente pela recuperação da atividade industrial, que é o setor mais demandante dos serviços de transporte em geral, em especial do transporte rodoviário de cargas, e também pelo bom desempenho das exportações ao longo do ano passado.” Empregos: desaceleração no ritmo de demissões Embora o setor de transporte tenha fechado 17,5 mil vagas formais em 2017, houve uma desaceleração significativa no ritmo de demissões. No ano anterior, o corte de postos de trabalho havia chegado a 112,3 mil e, em 2015, a 68 mil.  Combustíveis: consumo cresce e preços também O consumo de combustíveis também apresentou alta em 2017, depois de resultados negativos em 2015 e 2016. O crescimento foi de 0,4%, conforme dados da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis). O consumo de diesel expandiu 0,9%; o de gasolina, 2,6%.    Mas os preços também cresceram, principalmente em razão do aumento de impostos, o que representa um entrave para a recuperação do setor. “Como os transportadores em geral trabalham com margens pequenas de rentabilidade e o momento atual é de recuperação da mais grave crise econômica do período recente, a pressão gerada pelo aumento dos preços dos combustíveis é muito prejudicial ao setor. A inflação dos combustíveis comprime a lucratividade das empresas e desestimula novos investimentos e novas contratações no curto prazo”, destaca a CNT no Conjuntura do Transporte.    http://www.cnt.org.br/imprensa/Noticia/setor-transporte-logistica-comeca-recuperar   Leia Mais
  • 09/04/2018
    Entre os dias 04 a 06 de abril de 2018 foi realizado o 6º Desenvolvimento de Líderes da ATRHOL. No dia 04 foi realizado em Canoas/RS o Planejamento Estratégico, onde foram feitos alinhamentos entre todos os Gestores das Unidades e Setores. Nos dias 05 e 06 foram feitos trabalhos direcionados à liderança e realizadas dinâmicas, ministradas pela psicóloga Cláudia Schulz.         Leia Mais

NOVAS PARALISAÇÕES VOLTAM A ACONTECER EM VÁRIAS ESTRADAS DO PAÍS.
23/04/2015

O SETOR DE SINISTRO da RASTER com o intuito de manter clientes e colaboradores informados repassa  novas informações referente aos protestos e paralisações de caminhoneiros que  ocorrem nas Rodovias do País.

 
Novos Locais de Bloqueios:
 
*Rio Grande do Sul  BR-472 em Santa Rosa, BR-386 Frederico Westphalen. Também a um ponto de manifestação na RSC-287 em Venâncio Aires. 
*Paraná caminhoneiros estão sendo orientados a parar em postos de Combustíveis as margens das BRs-277 em Cascavel e BR-163 em Capitão Leônidas Marques. Na BR-467 em Toledo apenas carros de passeio estão podendo seguir viagem. 
* No Rio Grande do Sul,  novos protestos em Ijuí na BR-285, e permanecem protestos na BR-101 em Três Cachoeiras, BR-386 em Soledade, BR-470 em Veranópolis.
* Em Santa Catarina, existem concentração de caminhões nos acostamentos e postos, mas nenhuma Rodovia bloqueada até o momento.
* No Paraná além dos protestos na BR-376, em Marialva, na BR-277 em Medianeira e Irati os bloqueios são parciais, novo bloqueio é confirmado na BR-277 em Laranjeiras do Sul.
* Mato Grosso adere as paralisações, já se encontram com bloqueios as Rodovias BR-163 em Lucas do Rio Verde e BR-364 em Rondonópolis e Diamantino.
* Em São Paulo vários caminhoneiros param em Postos de combustíveis em Ribeirão Preto, mas sem bloqueios nas Rodovias. 
 
 
Pelo menos em 6,4 mil quilômetros de rodovias concedidas à iniciativa privada no Estado de São Paulo, os caminhoneiros vão continuar pagando pedágio também pelos eixos suspensos do veículo. O Diário Oficial da União da última sexta-feira (17) publicou decreto da presidente Dilma Rousseff que regulamenta a Lei dos Caminhoneiros, sancionada no início de março, e as novas regras entram em vigor, mas não vão valer para essas rodovias, segundo a Agência de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp).
 
A lei, editada após os protestos de caminhoneiros que paralisou rodovias entre o final de fevereiro e início de março, prevê o fim da cobrança de tarifa pelo eixo de veículos de cargas cujas rodas não estejam em contato com o asfalto. O decreto determina que os órgãos de trânsito da União, Estados e municípios adotem medidas para viabilizar a isenção. Pela regra anterior, caminhoneiros tinham que pagar pedágio para todos os eixos dos seus veículos, independentemente de estarem em uso ou não.
 
A Artesp informou em nota, contudo, que o artigo da lei federal que versa sobre a isenção dos eixos suspensos é juridicamente inaplicável no âmbito das rodovias estaduais. "Portanto, nas rodovias estaduais paulistas não haverá nova mudança tarifária", informou a Artesp.
Os Estados do Rio de Janeiro e Paraná seguirão as regras publicadas pelo governo federal e concederão a isenção da tarifa. A confirmação foi feita pelas agências que fiscalizam essas concessões e pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR).
 
Rodovias Federais:
Os caminhoneiros que trafegam pelas rodovias Presidente Dutra, que liga São Paulo ao Rio de Janeiro; Régis Bittencourt, de São Paulo a Curitiba, e Fernão Dias, ligação da capital paulista com Belo Horizonte, já não pagam tarifa pelo eixo suspenso de seus veículos desde a madrugada. Comunicados divulgados nesta sexta-feira(17/04) pelas concessionárias das três rodovias informavam que, em cumprimento à determinação da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), todo caminhão que passar pelas praças de pedágio com eixos suspensos serão considerados vazios, portanto, os eixos suspensos não entram no cálculo da tarifa.
 
Fonte: Raster Alerta