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NOTÍCIAS

  • 02/05/2014

    Em Cerimônia ocorrida no dia 25 de abril na SETCERGS em Porto Alegre, a ATRHOL recebeu o prêmio de reconhecimento SAG 2013, Sistema de Avaliação da Gestão do PGQP, onde foi representada pelo Coordenador da Gestão de Qualidade Edison Severo.     A ATRHOL também foi informada da indicação para a próxima fase do  PGQP, que será a da visita dos Examinadores na empresa. Convém lembrar que a qualidade do Relatório da Gestão, no que se refere ao nível de esclarecimento em relação ao atendimento dos critérios de avaliação e às orientações para redação deste material, foi um dos principais fatores para a ATRHOL tenha sido aprovada. Agradecemos a todos os colaboradores que se engajaram neste projeto pela parceria e dedicação. Lembrando que a visita deve acontecer entre o  dias 9 a 13 junho de 2014 e que a ATRHOL está concorrendo a medalha de Bronze. Leia Mais

  • 17/04/2014

    Obra deve ser concluída em 90 dias e garantirá que o tráfego de carretas e caminhões no local seja desafogado em cerca de 40% Começou a construção da nova ligação entre a Rodovia Cônego Domênico Rangoni (a antiga Piaçaguera) e a Avenida Santos Dumont ao Porto de Guarujá (SP).   A estimativa é que a obra desafogue em 40%, o tráfego de carretas e caminhões que passam pelo único acesso ao cais: a Rua Idalino Pinez, conhecida como a Rua do Adubo, em Vicente de Carvalho, Guarujá.   De acordo com o contrato assinado entre a Prefeitura de Guarujá e as empresas que operam no porto, caberá à iniciativa privada, por meio de consórcio, executar o projeto e a obra do novo acesso em área das empresas Fassina e Dow Química. O investimento é de R$ 1,5 milhões.   A obra está prevista para ser concluída em 90 dias. Após, a Codesp (Companhia Docas do Estado de São Paulo) se responsabilizará pela manutenção da rede de drenagem, pavimentação e sinalização durante o funcionamento.   Com 20 metros de largura e 600 de comprimento, a pista terá seis faixas e dividirá o fluxo de caminhões rumo ao cais. A Dow Química é dona de 40% do terreno e o grupo Fassina,60%. As duas empresas receberão de aluguel, para o uso da área, R$ 70 mil mensais a serem pagos pela Codesp.   FONTE: Portal Transporta Brasil Leia Mais

  • 16/04/2014

    Problemas de infraestrutura travam o desenvolvimento no Estado, que gasta em logística quase 20% da riqueza que produz ao ano   É sobre a pista única de uma ponte construída em 1888, ano em que o Império do Brasil libertou os escravos, erguida sobre o Rio Ibicuí, na rodovia entre Uruguaiana e Itaqui (BR-472), que passam as carretas bitrens transportando toneladas de mercadorias para o Mercosul. A estrutura geme e balança, sentindo o peso dos 126 anos e dos sucessivos remendos, enquanto caminhoneiros aflitos com o perigo de acidente invocam São Cristóvão, o protetor dos motoristas.   A improvisação viária no porto seco de Uruguaiana, onde caminhões da Argentina, do Chile, do Paraguai e do Brasil dependem de uma ponte da época da Lei Áurea, é um dos tantos exemplos de como a infraestrutura emperra o desenvolvimento. Estradas sucateadas, portos acanhados, aeroportos esgotados e travessias sob risco fazem com que o país gaste 19,23% do Produto Interno Bruto (PIB) em logística. A conta gaúcha para mover a economia é ainda maior: 19,46% do PIB.   Presidente da Câmara Brasileira de Infraestrutura e Logística (CâmaraLog), Paulo Menzel destaca que o custo não deveria ultrapassar 6,2% do PIB para que uma nação seja competitiva no comércio mundial. Ou seja, o Brasil gasta três vezes mais do que seria aceitável. Nos Estados Unidos, o custo equivale a 8,5% do PIB.   O que ocorre em Uruguaiana, na Fronteira Oeste, é apenas uma amostra da precariedade. Outras regiões gaúchas têm gargalos logísticos a resolver, cada um com situações diferentes. Também vice-presidente da Federasul, Menzel lamenta que nunca tenha havido planejamento contínuo para montar a infraestrutura. O que existem são projetos de obras específicas, não articuladas entre si.   — Não é um mal só do Rio Grande do Sul. É do Brasil — observa.   As deficiências que aumentam os custos logísticos acabam se refletindo no bolso do consumidor. Pneus que duram menos, caminhões hóspedes de oficina mecânica, motoristas nervosos e grãos que se perdem nos solavancos da buraqueira aumentam o preço dos alimentos e das cargas. A Associação Brasileira de Transportadores Internacionais (ABTI) estima que uma rodovia não duplicada eleve as despesas com a manutenção dos veículos em 25%.   Os maiores gargalos daqui foram mapeados pelo Projeto Sul Competitivo, que tem a participação da Federação das Indústrias do Estado (Fiergs). A situação mais crítica é a da rodovia Passo Fundo-Porto Alegre (BR-153), com 152% de sobrecarga. Nos trechos da BR-116 que formam o corredor Capital-Pelotas-Caxias do Sul foi rompida a barreira dos 130%.   No ranking de desempenho logístico do Banco Mundial, divulgado este ano, o Brasil aparece na 65ª posição. Come poeira em relação à primeira colocada, a Alemanha.   FONTE: Zero Hora Leia Mais

  • 02/04/2014

    Número de roubos e furtos registrados subiu de aproximadamente 2,5 mil para 32,2 mil em nove anos   A GRISTEC (Associação Brasileira das Empresas de Gerenciamento de Risco e de Tecnologia de Rastreamento e Monitoramento) apresentou no último dia 19/3 a primeira radiografia do mercado brasileiro de rastreamento de veículos e cargas. A pesquisa apontou dados relevantes que explicam a conjuntura do transporte de cargas no que tange ao risco que a atividade se expõe. Por exemplo, o número de roubos e furtos subiu de aproximadamente 2,5 mil em 1994 – ano em que foram coletados os primeiros dados dessa categoria – para 32,2 mil em 2013, o que significa o maior pico já alcançado. Por outro lado, nesse mesmo período, 563 mil tentativas de furto ou roubo foram malsucedidas por conta da aplicação de tecnologias antifurto e centrais de monitoramento. Graças aos roubos e furtos evitados entre 2005 e 2013, foram economizados R$ 26 bilhões. Já o valor estimado das mercadorias gerenciadas ficou acima de R$ 650 bilhões. “As tecnologias e os serviços de rastreamento e gerenciamento de riscos são vitais para que as cadeias logísticas não sejam completamente destruídas pela ação de criminosos”, comenta o presidente da GRISTEC, Cyro Buonavoglia. O estudo também apresenta o tamanho dos mercados de gerenciamento de riscos e rastreamento veicular no Brasil. Atualmente, esses setores empregam diretamente cerca de oito mil pessoas. Os colaboradores indiretos correspondem a quatro mil. “Se levarmos em conta que as estruturas trabalham principalmente com tecnologia, área em que o número de funcionários costuma ser reduzido, a quantidade de empregos gerada é expressiva”, explica o diretor responsável pela área de gerenciamento da entidade, Evandro Vaz. As empresas envolvidas no segmento correspondem aproximadamente a 300 empresas, que contemplam atualmente 100 lojas próprias e duas mil lojas credenciadas no País.   O número de clientes gira em torno de 740 mil, e 2,3 milhões de veículos possuam sistemas de monitoramento e rastreamento, o que representa apenas 5% do total de veículos que hoje circulam o Brasil. Leia Mais

  • 31/03/2014

    Motoristas avaliaram condições de saúde e objetivo da ação é trazer mais qualidade de vida e segurança no trânsito.     Em todo o país, mais de três mil caminhoneiros tiveram a rotina de trabalho alterada, nessa terça e quarta-feira (19/03), por um bom motivo. Eles participaram da primeira etapa de 2014 do Comandos de Saúde nas Rodovias, trabalho realizado por meio de uma parceria entre o Sest Senat e a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Para garantir mais segurança nas estradas, os motoristas foram orientados sobre a importância de cuidados básicos com a saúde.       Em Brasília, por exemplo, a blitz foi realizada no km 18 da BR-070, onde a meta de atendimento era de 120 de caminhoneiros. Reginaldo Rodrigues Pereira, 32 anos, era um deles. Autônomo e morador de Luziânia (GO), ele participou pela segunda vez do Comandos de Saúde. “Quando vi que se tratava de mais uma blitz do Comandos, parei na hora. É importante separarmos este tempo para cuidar da saúde, fazer exames”, conta o motorista.   Rodrigues passou por uma série de exames e avaliações. Mediu, por exemplo, se os índice de glicose, triglicerídeos e colesterol estão em taxas normais. Também aferiu a pressão arterial e verificou a acuidade visual e auditiva. Outro ponto importante: tomou a segunda dose da vacina contra a Hepatite B – a primeira foi administrada na outra etapa do Comandos, em novembro de 2013. Outras vacinas estavam disponíveis – tétano, tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) e febre amarela.     O Comandos de Saúde é muito importante porque, com a parceria da PRF de do DER [Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal, alcançamos o nosso público-alvo”, explica o coordenador de Promoção Social do Sest Senat de Brasília, Paulo Cabral. Segundo ele, o evento é vital para dar visibilidade ao trabalho do Sest Senat e mostrar que a entidade está à disposição dos motoristas com ações a favor da qualidade de vida dos trabalhadores em transporte.   O chefe de Comunicação Social da PRF, Inspetor Bomfim, estava satisfeito com a adesão dos caminhoneiros ao evento. “Vamos atingir a meta de atendimentos com tranquilidade. Nossa ideia é o trabalho preventivo porque os homens dificilmente procuram médicos para cuidar da saúde. Quando têm tempo livre, escolhem ficar com a família. Queremos que isso se reflita em um trânsito mais seguro e em mais qualidade de vida para todos”, destacou à Agência CNT de Notícias.   José Luiz Rodrigues de Macedo, 45 anos, morador de Brasília, também aprovou a iniciativa. Há cinco anos atuando como motorista de caminhão, ele ainda não conhecia o trabalho desenvolvido pelo Comandos de Saúde. “Tomarei todas as vacinas recomendadas e vou seguir as dicas dos médicos, para ter hábitos e uma alimentação mais saudável. A nossa saúde é muito importante, vale mais que tudo”, disse.   Macedo foi orientado pela equipe coordenada pela médica Elienai de Alencar Meneses, do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador do Distrito Federal (Cerest-DF). “A maioria dos caminhoneiros não tem tempo para cuidar da saúde. Muitos acham que é normal viver nesse ritmo acelerado de vida, o que pode causar invalidez e aposentadoria precoce. Por isso a nossa conversa com eles é importante, o objetivo é fazer um trânsito mais seguro e evitar acidentes”, explica Elienai.   Próximas edições As próximas edições do Comandos de Saúde, em 2014, serão realizadas nos dias 16 de abril, 29 de outubro e 26 de novembro. Em 2013, 12.234 profissionais foram atendidos nas quatro edições do evento. Desde o lançamento do projeto, em 2006, mais de 79 mil motoristas participaram da ação. Leia Mais

  • 26/03/2014

    Sondagem Econômica aponta que 94,8% dos empresários do setor desconhecem o volume aplicado no ano passado.     Em 2013, dos R$ 15,4 bilhões que o governo federal autorizou para investimento em transporte, R$ 10,4 bilhões foram pagos, incluindo restos a pagar de anos anteriores. Isso significa que aproximadamente 32% dos recursos disponíveis não foram investidos no ano passado, segundo a Sondagem Econômica, divulgada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) nesta segunda-feira (24). De acordo com a pesquisa, que ouviu mais de 500 empresários do transporte de passageiros e de cargas, 94,8% deles desconheciam o volume de recursos. Apesar de a Lei da Transparência garantir acesso a esse tipo de informação, a complexidade para se conseguir os dados e a demora na divulgação das informações são os principais fatores para a informação. R$ 15,7 bi estão autorizados para 2014 De acordo com dados do Siga Brasil, portal do Senado que compila dados do Orçamento Federal, estão autorizados R$ 15,7 bilhões para investimento em infraestrutura de transportes em 2014. No entanto, 95,3% dos empresários do setor ouvidos pela Sondagem Econômica desconheciam o volume. Ao serem informados do montante, 89,3% disseram não acreditar na capacidade do Governo Federal de realizar integralmente os investimentos até o final do ano. A falta de planejamento é, para seis em cada dez empresários, o principal motivo para isso. Conforme a Sondagem Econômica, outros fatores também devem afetar a capacidade de gestão dos recursos e impactarão na realização das obras de transporte em 2014: eleições, Copa do Mundo e realocação de recursos do transporte para outras áreas de interesse do Governo Federal. Na avaliação da maior parte dos empresários, para desenvolver o setor de transportes é preciso que os recursos destinados ao setor sejam efetivamente implementados na área, além da redução da carga tributária e da burocracia. “Ressalte-se que algumas das medidas necessárias para dinamizar o setor não necessitam de grandes desembolsos por parte do ente público e nem dependem de um longo prazo de implementação”, destaca a Sondagem. Para 41,7% dos transportadores rodoviários, a medida fundamental para o segmento é melhorar a qualidade das rodovias. Outros 26,9% citam a redução da carga tributária e 10% a desoneração do combustível. Outros 21,4% acham que outras medidas são necessárias. No caso do aquaviário, 28,3% dos empresários pedem menos burocracia para operar nos portos e terminais; 24,5% citam a redução da carga tributária e a melhoria na acessibilidade para os portos é mais relevante para 17%. Por fim, entre os transportadores ferroviários, 80% reivindicam a aplicação dos recursos provenientes dos arrendamentos pagos pelas concessionárias no próprio setor e 20% melhoria na acessibilidade aos portos. A gestão de concessionárias na infraestruturas de transporte é vista com bons olhos por oito em cada dez empresários do setor. Eles acreditam que o investimento realizado e a operação pela iniciativa privada é uma forma eficiente de viabilizar as intervenções necessárias para o setor.   FONTE: Agência CNT de Notícias Leia Mais

  • 26/03/2014

    Segundo Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária), mudança valerá a partir do dia 1º de abril   O Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária), por meio de publicação no Diário Oficial da União desta terça-feira (25/3), anunciou que novos PMPFs (Preços Médios Ponderados ao Consumidor Final) serão aplicados a partir do dia 1º de abril em 14 unidades federativas. Sendo assim, a mudança dos preços praticados será em: Alagoas, Amazonas, Ceará, Goiás, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo e o Distrito Federal. De acordo com o texto publicado, os novos valores serão utilizados para cobrança do consumidor final. O PMPF serve de base para o recolhimento do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) feito pelas refinarias. A tabela traz preços de referência para combustíveis como gasolina, querosene de aviação, etanol, gás natural veicular, gás natural industrial, óleo combustível, diesel e gás de cozinha.     FONTE: Portal Transporta Brasil     Leia Mais

  • 26/03/2014

    Objetivo da medida é garantir o abastecimento de alimentos, combustíveis e medicamentos à população acreana.     Nos últimos dias, a cheia do Rio Madeira afeta estados da Região Norte do país, principalmente o Acre. Trechos da BR-364, única ligação por via terrestre entre o estado e o restante do Brasil, estão interditados e a população sofre com o desabastecimento de produtos. Para evitar mais transtornos, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) autorizou um regime especial de tráfego de caminhões entre o Acre e o Peru. Segundo a Agência, está decretado, durante 90 dias, em razão da situação de emergência, a Autorização de Viagem em Caráter Ocasional. A medida determina que as empresas e cooperativas de transporte de cargas sediadas no Acre possam realizar o transporte internacional de produtos essenciais – alimentos e combustível, por exemplo - com tráfego por fronteira comum. Isto significa menos burocracia durante o transporte. As aduanas do Brasil e Peru têm a lista dos veículos autorizados a participar do regime especial. Eles estão liberados de uma série de exigências como preencher documentos – obrigatórios durante o período normal - para informar, por exemplo, tipo da carga e origem e destino do caminhão. A ANTT destaca que o objetivo é diminuir o número de paradas e garantir o envio dos produtos com mais rapidez à população acreana. O último boletim divulgado pelo governo do Acre, até o fechamento desta matéria, informa que a lâmina d’água que cobre trechos da BR-364, próximos ao Acre, chega a 1,5m, às 12h de domingo. Os pontos mais críticos são os situados entre os km 868 e 862. Voos da Força Aérea Brasileira (FAB) transportam hortifrutigranjeiros, medicamentos e trigo para o Acre. Está prevista para a esta quarta-feira (26/03), a chegada de uma balsa da Petrobrás com 4,4 milhões de litros de combustível. No final da semana, também deve chegar ao estado uma balsa da Rede Ipiranga com outros 3,5 milhões de litros. O Departamento de Estradas e Rodagem do Acre (Deracre) e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) atuam na construção de um ponto de atracagem para as balsas nos pontos inundados da BR-364.   FONTE: Agência CNT de Notícias Leia Mais

  • 21/03/2014

    Nos próximos três meses, 50 motoristas colombianos devem atuar em empresas de transporte do Paraná.   Dados da Associação Nacional do Transporte de Carga e Logística (NTC&Logística) apontam que o déficit de profissionais para trabalhar no setor de cargas chegue a 100 mil profissionais. Preocupado com a falta de mão de obra qualificada no transporte, o Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas no Estado do Paraná (Setcepar) está recrutando motoristas da Colômbia – dez profissionais já estão atuando no Brasil. “Muitos dutos de petróleo foram instalados da Colômbia e o produto deixou de ser transportado por caminhões, o que deixou mão de obra disponível para o setor rodoviário de cargas. Nós trouxemos um instrutor colombiano para fazer um curso de reciclagem de motoristas em nosso instituto e, quando ele voltou ao país de origem, divulgou a oportunidade entre os colegas”, explica à Agência CNT de Notícias o presidente do Setcepar, Gilberto Cantú.   Segundo Cantú, 50 condutores colombianos devem começar a trabalhar no Brasil nos próximos três meses e mais de 200 currículos foram recebidos. “Nós trocamos a carteira e fazemos todo o processo burocrático para legalizar a situação dos motoristas no país”, destaca. Eles também passam por um treinamento no Setcepar com orientações, por exemplo, sobre direção defensiva, legislação e primeiros socorros, além de aulas práticas com um caminhão na região de Curitiba.   Cantú afirma que a grande demanda por mão de obra de obra – só no Paraná, a estimativa é que faltem cinco mil profissionais – também está ligada à aposentadoria dos motoristas e à falta de interesse dos jovens pela carreira.  “Somos bastante cobrados pelas empresas associadas. Não há uma reposição no quadro de empregados”, explica.   O dirigente do Setcepar garante que as empresas estão satisfeitas com as contratações. “Elas avaliam a iniciativa como positiva. Os transportadores estão investindo em razão da competência e seriedade que os profissionais colombianos estão demonstrando”, afirmou Cantú. De acordo com ele, os motoristas são responsáveis, experientes e, como estão morando em outro país, querem fazer o melhor trabalho possível.   Sest Senat: Atento à necessidade de formar mão de obra qualificada para o transporte rodoviário de cargas, o Sest Senat lançou, no início do fevereiro, o Programa Primeira Habilitação Para o Transporte. O projeto vai oferecer, gratuitamente, a obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), na categoria B, a 50 mil jovens de baixa renda, com idade entre 18 e 25 anos. As inscrições para participar terminam na sexta-feira (28).   O Sest Senat oferecerá cursos de formação específica tanto para motoristas de ônibus como de caminhão, além de viabilizar a mudança de categoria da CNH (D ou E) dos participantes. “É uma iniciativa de extrema importância. Temos que incentivar os jovens a trabalhar no setor porque está faltando mão de obra, em razão do crescimento da economia. É um projeto que, com certeza, vai trazer excelentes resultados a médio prazo”, avalia Cantú.   Leia Mais

  • 19/03/2014

    "Entenda o e-Social" foi o tema da segunda edição do ano do Café com Juridico, realizado no dia 13 de março, no auditório do SETCERGS.   Com o objetivo de conscientizar os empresários, diretores e gestores de Recursos Humanos sobre a necessidade de uma mudança na cultura das empresas com relação às obrigações trabalhistas e previdenciárias, o evento teve como palestrantes o advogado Fernando Bortolon Massignan, do Escritório Zanella Advogados Associados e o contador e diretor da Escritec Assessoria Empresarial, Diogo Chamun.    "O SETCERGS tem o compromisso de informar às modificações que ocorrem no nosso setor e o e-Social traz uma séries de alterações", declarou o presidente Sérgio Neto, na abertura do Café com Jurídico.  O palestrante Diogo Chamun assinalou que a ideia é semear uma discussão sobre esse tema. "Trata-se de uma nova era nas relações entre empregadores, empregados e governo". Ele definiu o e-Social como uma nova forma de registro dos eventos, por meio de um canal digital único, que gera direitos e obrigações trabalhistas, previdenciárias e fiscais.  Diogo Chamun reiterou que os objetivos do e-Social são garantir direitos trabalhistas e previdenciários, aprimorar a qualidade das informações da seguridade social e das relações de trabalho, simplificar o cumprimento das obrigações principais e acessórias para a redução de custos e da informalidade.    "O e-Social não traz nenhuma mudança na legislação trabalhista e tributária, mas está trazendo um novo paradigma em termos da cultura das empresas", reiterou o palestrante.  Ao anunciar o cronograma do e-Social, informou que as empresas optantes pelo Lucro Real têm o prazo máximo de até 30 de junho de 2014 para eventos iniciais e trabalhistas e a partir de julho de 2014, para eventos mensais. Já as optantes pelo Lucro Presumido e Simples Nacional, o prazo para eventos iniciais/trabalhistas é até 30 de novembro de 2014 e para eventos mensais, a partir de novembro de 2014.   Leia Mais



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