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NOTÍCIAS

  • 25/06/2014

    Governo do estado solicitou verba à União para poder recuperar infraestrutura.   As fortes chuvas e enchentes que atingiram o estado do Paraná no começo deste mês danificaram aproximadamente 1,7 mil km de rodovias, segundo levantamento do governo do Estado. Além disso, três pontes precisarão ser reconstruídas. O prejuízo total estimado chega a R$ 159,6 milhões.  O governo enviou ao Ministério da Integração Nacional ofício em que solicita a liberação dos recursos pela União a fim de viabilizar as obras de recuperação. Ainda segundo a administração, no total, o estado soma R$ 1 bilhão em danos. Ao todo, 153 municípios foram atingidos, dos quais 147 decretaram situação de emergência, e mais de 700 mil pessoas foram afetadas. Conforme a pasta, por enquanto foram liberados R$ 3,9 milhões para os paranaenses. Já para o estado de Santa Catarina, que também foi prejudicado pelas chuvas e enchentes no começo de junho, o governo federal disponibilizou R$ 1,5 milhão. Os recursos foram liberados em caráter emergencial. Segundo o Ministério da Integração, a segunda etapa da ajuda, para reconstrução, será definida a partir dos balanços dos prejuízos feitos pelos estados.    Situação das rodovias federais: Levantamento mais recente do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) aponta que seis trechos de rodovias federais estão total ou parcialmente interditados em razão dos danos: BR-373 no km 420; BR-153 nos kms 328, 330 e 353; BR-158 no km 358; e BR 163 no km 205. Os desvios estão sinalizados. Já em Santa Catarina, que também foi afetado por fortes chuvas no começo de junho, há três pontos com interdição total ou parcial na BR-280, nos kms 93,6, 270 e 300.   FONTE: CNT DE NOTÍCIAS Leia Mais

  • 11/06/2014

    Considerado o maior evento na área de produtos e serviços destinados aos transportadores de cargas e operadores logísticos da América Latina, a Fenatran (Salão Internacional do Transporte Rodoviário de Carga) terá, pela primeira vez, uma edição regional.    Na capital goiana, o encontro recebe o nome de Fenatran Centro-Oeste. Organizada pela Reed Exhibitions Alcantara Machado e realizada pela NTC & Logística (Associação Nacional do Transporte de Cargas), a Fenatran Centro-Oeste espera receber oito mil visitantes, entre principalmente empresários do setor de transporte, profissionais, industriais, comerciantes, distribuidores e técnicos dos setores e afins.     Na programação, estão previstas exposição interna e externa de veículos pesados, estandes para lançamentos de produtos e serviços, seminários empresariais, workshops comerciais, rodada de negócios, Clube Comprador Premium, Test Drive, entre outras atividades. A Feira trará a oportunidade de realização de negócios e a exposição de lançamentos globais para milhares de profissionais do setor interessados em conhecer as tendências do segmento, além do desenvolvimento de debates e de apontamentos de tendências do setor.   A expectativa dos organizadores é receber cerca de 80 empresas expositoras, de setores como caminhões e veículos; implementos e equipamentos; autopeças, motores e pneus; combustíveis, derivados e componentes; equipamentos para oficinas; terminais e movimentação de carga; transportadores modais de carga; rastreadores, informática, segurança e outros; bancos, financeiras e seguradoras; entidades e serviços; e demais modais do setor do transporte. Essas empresas vão apresentar novidades relacionadas às novas tecnologias, sustentabilidade, além de produtos e serviços para garantir mais segurança, conforto e redução de custos operacionais.   Importância estratégica A escolha do Centro-Oeste para sediar o Salão Internacional do Transporte Rodoviário de Carga se deve à importância estratégica da região para o Brasil, que tem potencial industrial e se configura como um dos principais celeiros do agronegócio brasileiro.  De acordo com dados do Estudo Centro-Oeste Competitivo, a produção industrial da área central do país movimentou R$ 81,6 bilhões em 2010. Desse total, 75% estão concentrados em 15 cadeias produtivas instaladas na região: adubos e fertilizantes, algodão, avicultura, bebidas, bovinos, calcário, cana de açúcar, cobre, ferro e aço, madeira, milho, petróleo e derivados, químicos industriais, soja, veículos e autopeças. Na agropecuária, as cadeias de cana-de-açúcar, bovinos, soja, milho e algodão representam 95% da produção no Centro-Oeste.   Além da relevância econômica, industrial e comercial, a região é favorável em logística e transporte pela localização estratégica no centro do Brasil, interligando diversas regiões e representando caminho para escoamento de riquezas produzidas por diferentes segmentos da indústria e comércio. Os estados que integram a área central do País – Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul -, junto com o Distrito Federal, concentram mais de 11 mil empresas de transporte de carga brasileira, segundo dados do Registro Nacional do Transporte de Cargas da ANTT (Agência Nacional do Transporte Terrestre).     FONTE: Agência CNT de Notícias   Leia Mais

  • 11/06/2014

    Estradas estaduais têm ainda mais de 35 trechos interditados, como é o exemplo da PR-151, no trecho em São João do Triunfo, onde a enxurrada levou parte da pista embora. Chuvas causaram dez mortes no Estado nos últimos três dias.   As condições das rodovias que cortam o Estado do Paraná continuam críticas após três dias de chuvas torrenciais, que atingem também Santa Catarina. Somente no território paranaense, segundo levantamento da Rádio CBN, até o final da manhã desta quarta-feira, havia 43 pontos de alagamento nas rodovias, totalmente ou parcialmente interditados. As informações dão conta de que o maior número de bloqueios está nas rodovias estaduais, com 35 pontos de interdição, como são os exemplos do trecho da rodovia PR-151, no trecho do km 439, em São João do Triunfo, onde há interdição total do tráfego devido à destruição da pista pela enxurrada.       As regiões de Bituruna e Pinhão, no Sul do Paraná, também apresentam trechos de rodovias totalmente bloqueada, como a PR-170. O mesmo acontece na PR-836, entre União e Cruz Machado, e em mais oito trechos de rodovias federais.    A BR-373 está totalmente bloqueada a partir do km 424, em Chopinzinho, no sudoeste do estado. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, o trecho deve ficar interditado por pelo menos quatro meses, já que a mais de um ano o ponto estava em meia pista. Ainda na BR-373, a pista está totalmente bloqueada entre Candói e Coronel Vivida. Neste trecho houve um deslizamento próximo a ponte sobre o Rio Iguaçú.   Na BR-277, na Serra da Esperança, o trânsito está em meia pista na altura do km 316. Ainda na BR-277 o tráfego segue alternado entre Laranjeiras do Sul e Virmon, e ainda entre Guaraniaçui e Laranjeiras.   FONTE: Portal Transporta Brasil       Leia Mais

  • 16/05/2014

    O transporte rodoviário de cargas é responsável por aproximadamente 60% do movimento das mercadorias brasileiras. Confira a primeira matéria da série 'Por que é legal ser motorista?' Liberdade é palavra recorrente quando se conversa com quem optou pelo caminhão como ambiente de trabalho. E assim foi com o publicitário Fabrício Madeira Araújo, 33 anos, que largou o diploma pela estrada, paixão transmitida por um tio. E, apesar de alguns problemas enfrentados nas rodovias, nada o desanima ou o tira do caminho que escolheu. Os planos dele são casar e levar a esposa em suas viagens até terem um filho, quando pretende sair das rodovias para estar mais perto da família.   Fabrício e milhares de caminhoneiros são os responsáveis por transportar, em média, 60% das cargas do país, segundo dados do setor. Basicamente tudo o que chega aos brasileiros chegou graças ao transporte rodoviário de cargas. Isso sem falar no que chega a outros países por intermédio dos caminhões que fazem a carga chegar até os portos do país. “Profissão de ouro”, define Fabrício ao se dar conta da importância de sua profissão para a economia brasileira e da paixão que tem pelo meio de vida que escolheu.   Com mais experiência, o caminhoneiro Renê França Batista, 54 anos e há 34 na estrada, precisou um dia valorizar a profissão ao vê-la ser menosprezada. “Aí eu peguei e falei pra mulher: até a calcinha que você usa passa pela carga de um caminhão”, relembra de forma bem humorada. Com menos tempo na boleia de um caminhão, 15 anos, Fabrício sente-se honrado com o papel que cumpre: “vejo uma bela e maravilhosa profissão e é muito gratificante saber que posso contribuir um pouquinho nas casas e nas refeições do Brasil”. Hoje Fabrício transporta basicamente grãos e circula mais pelo estado de Minas Gerais.    O segundo modal mais utilizado no Brasil é o transporte ferroviário, com 20,7% do movimento das cargas do país. Em seguida, o aquaviário, com 13,6%, o dutoviário, 4,2%, e o aéreo, 0,4%. Segundo o presidente da Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam), Claudinei Pelegrini, o caminhoneiro tem consciência do valor que representa. “Ele sabe da importância da profissão para o mercado e para a economia do Brasil”, afirma. Mas ressalta que é preciso mais para o aperfeiçoamento e crescimento do setor. “Embora o Sest Senat tenha vários cursos e venha, ao longo dos anos, fazendo um trabalho de qualificação e requalificação do caminhoneiro, é necessário que outras entidades trabalhem em conjunto para alcançar a totalidade dos caminheiros, principalmente, os autônomos”, sugere.   Pelegrini conta que o caminhão faz parte da sua vida desde os oito anos de idade. Ele afirma que só parou em 2007, quando entrou para o sistema sindical e, então, ficou difícil conciliar a função administrativa com a estrada. Segundo ele, quando começou na carreira, há mais de 30 anos, as coisas eram bem diferentes do que são hoje. “A tecnologia embarcada, por exemplo, é completamente distinta. Hoje tem que ter conhecimento de princípios de informática para não cometer erros banais ao preencher, por exemplo, um formulário eletrônico”, justifica. Na sua visão, falta mais atenção do governo na capacitação desses profissionais, que são os verdadeiros condutores da riqueza e dos bens de consumo.    Investimentos E essa atenção inclui desde a qualificação dos profissionais até investimentos em logística e infraestrutura. Para Pelegrini, é preciso aplicar recursos em todos os portos brasileiros para que, assim, desafoguem o gargalo do modal rodoviário. Mas alerta que o transporte por rodovias também cumpre papel primordial no transporte fracionado, que faz com que o produto saia do porto e chegue a uma loja do comércio, por exemplo. E, para isso, é preciso investir, entre outros, na renovação da frota. Os dados mais recentes mostram que o Brasil tem hoje uma frota com 1,2 milhão de caminhões com idade média de 21 anos no caso dos autônomos e de 8,5 anos no caso das empresas.     Pelegrini confessa que é apaixonado por caminhão e que voltaria para a estrada se pudesse. Para ele, não tem dinheiro que pague o prazer de viajar pelo país e conhecer as peculiaridades de cada região. “Se você deixar um motorista 10 dias em casa, ele fica louco. Ele não consegue. Ele tem a paixão de voltar para a estrada. Quem tem isso no sangue, não perde nunca”, conta com um sorriso no rosto.    Leia Mais

  • 15/05/2014

    Estima-se que bando roubou cerca de mil caminhões em regiões do Paraná, Santa Catarina e São Paulo     A Polícia Civil do Paraná desmantelou uma quadrilha de roubo de caminhões, na madrugada desta terça-feira (13/05). Suspeita-se que a quadrilha roubou pelo menos mil caminhões nos estados do Paraná, Santa Catarina e São Paulo.   Os caminhões eram desmanchados e as peças revendidas para todo o País. Ao todo, foram cumpridos 100 mandatos de busca e apreensão, e 40 pessoas foram presas, dentre elas um ex-policial militar que participava da quadrilha.     Segundo as investigações, os ladrões levavam o caminhão até Medianeira (PR), onde ele era desmontado para a revenda das peças. Estima-se que a quadrilha desmanchava, em média, quatro caminhões por dia. O bando foi preso nessa mesma cidade, durante a operação Armagedon, feita para combater o roubo de cargas no Estado.   Aproximadamente 150 policiais participaram da operação. Também foram apreendidos computadores, armas e automóveis. A maioria dos roubos acontecia na região metropolitana de Curitiba (PR)   FONTE: Portal Transporta Brasil Leia Mais

  • 02/05/2014

    Em Cerimônia ocorrida no dia 25 de abril na SETCERGS em Porto Alegre, a ATRHOL recebeu o prêmio de reconhecimento SAG 2013, Sistema de Avaliação da Gestão do PGQP, onde foi representada pelo Coordenador da Gestão de Qualidade Edison Severo.     A ATRHOL também foi informada da indicação para a próxima fase do  PGQP, que será a da visita dos Examinadores na empresa. Convém lembrar que a qualidade do Relatório da Gestão, no que se refere ao nível de esclarecimento em relação ao atendimento dos critérios de avaliação e às orientações para redação deste material, foi um dos principais fatores para a ATRHOL tenha sido aprovada. Agradecemos a todos os colaboradores que se engajaram neste projeto pela parceria e dedicação. Lembrando que a visita deve acontecer entre o  dias 9 a 13 junho de 2014 e que a ATRHOL está concorrendo a medalha de Bronze. Leia Mais

  • 17/04/2014

    Obra deve ser concluída em 90 dias e garantirá que o tráfego de carretas e caminhões no local seja desafogado em cerca de 40% Começou a construção da nova ligação entre a Rodovia Cônego Domênico Rangoni (a antiga Piaçaguera) e a Avenida Santos Dumont ao Porto de Guarujá (SP).   A estimativa é que a obra desafogue em 40%, o tráfego de carretas e caminhões que passam pelo único acesso ao cais: a Rua Idalino Pinez, conhecida como a Rua do Adubo, em Vicente de Carvalho, Guarujá.   De acordo com o contrato assinado entre a Prefeitura de Guarujá e as empresas que operam no porto, caberá à iniciativa privada, por meio de consórcio, executar o projeto e a obra do novo acesso em área das empresas Fassina e Dow Química. O investimento é de R$ 1,5 milhões.   A obra está prevista para ser concluída em 90 dias. Após, a Codesp (Companhia Docas do Estado de São Paulo) se responsabilizará pela manutenção da rede de drenagem, pavimentação e sinalização durante o funcionamento.   Com 20 metros de largura e 600 de comprimento, a pista terá seis faixas e dividirá o fluxo de caminhões rumo ao cais. A Dow Química é dona de 40% do terreno e o grupo Fassina,60%. As duas empresas receberão de aluguel, para o uso da área, R$ 70 mil mensais a serem pagos pela Codesp.   FONTE: Portal Transporta Brasil Leia Mais

  • 16/04/2014

    Problemas de infraestrutura travam o desenvolvimento no Estado, que gasta em logística quase 20% da riqueza que produz ao ano   É sobre a pista única de uma ponte construída em 1888, ano em que o Império do Brasil libertou os escravos, erguida sobre o Rio Ibicuí, na rodovia entre Uruguaiana e Itaqui (BR-472), que passam as carretas bitrens transportando toneladas de mercadorias para o Mercosul. A estrutura geme e balança, sentindo o peso dos 126 anos e dos sucessivos remendos, enquanto caminhoneiros aflitos com o perigo de acidente invocam São Cristóvão, o protetor dos motoristas.   A improvisação viária no porto seco de Uruguaiana, onde caminhões da Argentina, do Chile, do Paraguai e do Brasil dependem de uma ponte da época da Lei Áurea, é um dos tantos exemplos de como a infraestrutura emperra o desenvolvimento. Estradas sucateadas, portos acanhados, aeroportos esgotados e travessias sob risco fazem com que o país gaste 19,23% do Produto Interno Bruto (PIB) em logística. A conta gaúcha para mover a economia é ainda maior: 19,46% do PIB.   Presidente da Câmara Brasileira de Infraestrutura e Logística (CâmaraLog), Paulo Menzel destaca que o custo não deveria ultrapassar 6,2% do PIB para que uma nação seja competitiva no comércio mundial. Ou seja, o Brasil gasta três vezes mais do que seria aceitável. Nos Estados Unidos, o custo equivale a 8,5% do PIB.   O que ocorre em Uruguaiana, na Fronteira Oeste, é apenas uma amostra da precariedade. Outras regiões gaúchas têm gargalos logísticos a resolver, cada um com situações diferentes. Também vice-presidente da Federasul, Menzel lamenta que nunca tenha havido planejamento contínuo para montar a infraestrutura. O que existem são projetos de obras específicas, não articuladas entre si.   — Não é um mal só do Rio Grande do Sul. É do Brasil — observa.   As deficiências que aumentam os custos logísticos acabam se refletindo no bolso do consumidor. Pneus que duram menos, caminhões hóspedes de oficina mecânica, motoristas nervosos e grãos que se perdem nos solavancos da buraqueira aumentam o preço dos alimentos e das cargas. A Associação Brasileira de Transportadores Internacionais (ABTI) estima que uma rodovia não duplicada eleve as despesas com a manutenção dos veículos em 25%.   Os maiores gargalos daqui foram mapeados pelo Projeto Sul Competitivo, que tem a participação da Federação das Indústrias do Estado (Fiergs). A situação mais crítica é a da rodovia Passo Fundo-Porto Alegre (BR-153), com 152% de sobrecarga. Nos trechos da BR-116 que formam o corredor Capital-Pelotas-Caxias do Sul foi rompida a barreira dos 130%.   No ranking de desempenho logístico do Banco Mundial, divulgado este ano, o Brasil aparece na 65ª posição. Come poeira em relação à primeira colocada, a Alemanha.   FONTE: Zero Hora Leia Mais

  • 02/04/2014

    Número de roubos e furtos registrados subiu de aproximadamente 2,5 mil para 32,2 mil em nove anos   A GRISTEC (Associação Brasileira das Empresas de Gerenciamento de Risco e de Tecnologia de Rastreamento e Monitoramento) apresentou no último dia 19/3 a primeira radiografia do mercado brasileiro de rastreamento de veículos e cargas. A pesquisa apontou dados relevantes que explicam a conjuntura do transporte de cargas no que tange ao risco que a atividade se expõe. Por exemplo, o número de roubos e furtos subiu de aproximadamente 2,5 mil em 1994 – ano em que foram coletados os primeiros dados dessa categoria – para 32,2 mil em 2013, o que significa o maior pico já alcançado. Por outro lado, nesse mesmo período, 563 mil tentativas de furto ou roubo foram malsucedidas por conta da aplicação de tecnologias antifurto e centrais de monitoramento. Graças aos roubos e furtos evitados entre 2005 e 2013, foram economizados R$ 26 bilhões. Já o valor estimado das mercadorias gerenciadas ficou acima de R$ 650 bilhões. “As tecnologias e os serviços de rastreamento e gerenciamento de riscos são vitais para que as cadeias logísticas não sejam completamente destruídas pela ação de criminosos”, comenta o presidente da GRISTEC, Cyro Buonavoglia. O estudo também apresenta o tamanho dos mercados de gerenciamento de riscos e rastreamento veicular no Brasil. Atualmente, esses setores empregam diretamente cerca de oito mil pessoas. Os colaboradores indiretos correspondem a quatro mil. “Se levarmos em conta que as estruturas trabalham principalmente com tecnologia, área em que o número de funcionários costuma ser reduzido, a quantidade de empregos gerada é expressiva”, explica o diretor responsável pela área de gerenciamento da entidade, Evandro Vaz. As empresas envolvidas no segmento correspondem aproximadamente a 300 empresas, que contemplam atualmente 100 lojas próprias e duas mil lojas credenciadas no País.   O número de clientes gira em torno de 740 mil, e 2,3 milhões de veículos possuam sistemas de monitoramento e rastreamento, o que representa apenas 5% do total de veículos que hoje circulam o Brasil. Leia Mais

  • 31/03/2014

    Motoristas avaliaram condições de saúde e objetivo da ação é trazer mais qualidade de vida e segurança no trânsito.     Em todo o país, mais de três mil caminhoneiros tiveram a rotina de trabalho alterada, nessa terça e quarta-feira (19/03), por um bom motivo. Eles participaram da primeira etapa de 2014 do Comandos de Saúde nas Rodovias, trabalho realizado por meio de uma parceria entre o Sest Senat e a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Para garantir mais segurança nas estradas, os motoristas foram orientados sobre a importância de cuidados básicos com a saúde.       Em Brasília, por exemplo, a blitz foi realizada no km 18 da BR-070, onde a meta de atendimento era de 120 de caminhoneiros. Reginaldo Rodrigues Pereira, 32 anos, era um deles. Autônomo e morador de Luziânia (GO), ele participou pela segunda vez do Comandos de Saúde. “Quando vi que se tratava de mais uma blitz do Comandos, parei na hora. É importante separarmos este tempo para cuidar da saúde, fazer exames”, conta o motorista.   Rodrigues passou por uma série de exames e avaliações. Mediu, por exemplo, se os índice de glicose, triglicerídeos e colesterol estão em taxas normais. Também aferiu a pressão arterial e verificou a acuidade visual e auditiva. Outro ponto importante: tomou a segunda dose da vacina contra a Hepatite B – a primeira foi administrada na outra etapa do Comandos, em novembro de 2013. Outras vacinas estavam disponíveis – tétano, tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) e febre amarela.     O Comandos de Saúde é muito importante porque, com a parceria da PRF de do DER [Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal, alcançamos o nosso público-alvo”, explica o coordenador de Promoção Social do Sest Senat de Brasília, Paulo Cabral. Segundo ele, o evento é vital para dar visibilidade ao trabalho do Sest Senat e mostrar que a entidade está à disposição dos motoristas com ações a favor da qualidade de vida dos trabalhadores em transporte.   O chefe de Comunicação Social da PRF, Inspetor Bomfim, estava satisfeito com a adesão dos caminhoneiros ao evento. “Vamos atingir a meta de atendimentos com tranquilidade. Nossa ideia é o trabalho preventivo porque os homens dificilmente procuram médicos para cuidar da saúde. Quando têm tempo livre, escolhem ficar com a família. Queremos que isso se reflita em um trânsito mais seguro e em mais qualidade de vida para todos”, destacou à Agência CNT de Notícias.   José Luiz Rodrigues de Macedo, 45 anos, morador de Brasília, também aprovou a iniciativa. Há cinco anos atuando como motorista de caminhão, ele ainda não conhecia o trabalho desenvolvido pelo Comandos de Saúde. “Tomarei todas as vacinas recomendadas e vou seguir as dicas dos médicos, para ter hábitos e uma alimentação mais saudável. A nossa saúde é muito importante, vale mais que tudo”, disse.   Macedo foi orientado pela equipe coordenada pela médica Elienai de Alencar Meneses, do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador do Distrito Federal (Cerest-DF). “A maioria dos caminhoneiros não tem tempo para cuidar da saúde. Muitos acham que é normal viver nesse ritmo acelerado de vida, o que pode causar invalidez e aposentadoria precoce. Por isso a nossa conversa com eles é importante, o objetivo é fazer um trânsito mais seguro e evitar acidentes”, explica Elienai.   Próximas edições As próximas edições do Comandos de Saúde, em 2014, serão realizadas nos dias 16 de abril, 29 de outubro e 26 de novembro. Em 2013, 12.234 profissionais foram atendidos nas quatro edições do evento. Desde o lançamento do projeto, em 2006, mais de 79 mil motoristas participaram da ação. Leia Mais